Não é Katy Perry! Quem é a mulher da música Somebody That I Used To Know?

Cássia Alves

maio 7, 2026

Não é Katy Perry! Quem é a mulher da música Somebody That I Used To Know?
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A música ‘Somebody That I Used to Know’ realmente marcou uma época, e até hoje a gente se pega lembrando dela. Não é só a melodia que prende, mas também aquele dueto intenso que fez a canção virar um sucesso mundial. E mesmo com tanto tempo, muita gente ainda coça a cabeça pensando: quem é, afinal, a mulher que canta ali? E por que será que nomes superconhecidos, tipo a Katy Perry, não foram chamados pra gravar?

A história por trás de toda essa escolha é bem mais legal do que parece, viu? Tem a ver com decisões puramente artísticas, o momento certo e, claro, um empurrãozinho do acaso. Daqui pra frente, vou te contar direitinho como as coisas aconteceram e algumas curiosidades que ajudam a gente a entender por que essa música ficou tão grudada na memória.

Mas, afinal, quem é a mulher de ‘Somebody That I Used to Know’?

Não é Katy Perry! Quem é a mulher da música Somebody That I Used To Know?
Representação de Kimbra. Foto: Viajantes do Futuro.

Aquela voz feminina que canta com o Gotye é da Kimbra, uma cantora lá da Nova Zelândia. Lá em 2011, quando a música saiu, ela ainda não era famosa no mundo todo, e isso, de certa forma, ajudou a música a ter o impacto que teve.

A Kimbra já tinha um estilo bem particular, com uma mistura de jazz e pop alternativo. E a forma como ela cantou na música não foi só um detalhe; foi uma resposta de verdade à história que o Gotye contava, criando um papo emocionante que deu uma baita profundidade à canção.

O contraste entre as vozes dos dois, aliás, foi essencial para a música ter aquela identidade só dela. Enquanto o Gotye tem um jeito mais calmo e melancólico, a Kimbra chega com tudo, cheia de intensidade e firmeza, virando a história do avesso.

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Mas por que o Gotye queria uma voz feminina assim, tão específica?

Desde o comecinho, o Gotye já tinha em mente o que queria: não era pra ser só uma voz de apoio ou um refrão cantado por alguém. A ideia mesmo era fazer uma espécie de ‘conversa em forma de música’, onde os dois lados de um relacionamento aparecessem.

Por isso, ele precisava de alguém com uma personalidade vocal marcante e que soubesse interpretar de verdade. Não adiantava só ter uma voz bonita; tinha que passar emoção e ser convincente.

Foi por tudo isso que a Kimbra se destacou. Mesmo sem ser tão famosa na época, ela trouxe uma autenticidade pra música que fez toda a diferença. O Gotye, em algumas entrevistas, já disse que preferiu ir atrás de alguém que combinasse artisticamente com a ideia dele, em vez de pegar um nome já gigante só pra ter popularidade. E no final das contas, essa decisão foi crucial para a música virar esse sucesso todo.

E a Katy Perry, quase entrou na jogada? O que realmente rolou?

Com o sucesso estrondoso da música, claro, começaram a pipocar boatos de que a Katy Perry teria sido convidada pro projeto e que ela tinha recusado. Mas, na real, não existe nada oficial confirmando que ela recebeu um convite pra gravar a versão original. O que se sabe é que, depois que a música explodiu no mundo todo, muita gente grande da indústria quis se associar ao hit – seja pra fazer shows, versões diferentes ou até parcerias futuras.

A própria Katy Perry, inclusive, elogiou a música em público e até se arriscou a fazer umas versões informais em apresentações ao vivo. Mas a verdade é que a escolha da Kimbra já estava batida desde o começo da criação.

Então, essa história de que a Katy Perry ‘recusou’ participar da música acabou pegando mais como um boato, ou como o pessoal interpretou, do que como algo realmente confirmado.

Algumas curiosidades que explicam por que essa música fez tanto sucesso

Uma das coisas mais legais de ‘Somebody That I Used to Know’ é ver como ela consegue fugir totalmente do padrão das músicas pop que a gente costuma ouvir. A estrutura é outra, os instrumentos são poucos e a história é contada de um jeito que parece até cinema.

E o clipe oficial também teve um peso gigante nisso, viu? Com um visual que é bem artístico e ao mesmo tempo simples, ele reforça a ideia de que os personagens estão se afastando emocionalmente, usando pintura corporal e cenas mais paradas pra mandar a mensagem.

Outra coisa curiosa é que o Gotye nunca tentou repetir o sucesso da música usando a mesma receita. Pelo contrário, ele sempre fez questão de dizer que gosta de explorar caminhos musicais diferentes, e isso também ajudou a dar um toque ainda mais único à canção.

A Kimbra, por outro lado, ganhou um baita reconhecimento internacional depois que a música saiu e construiu uma carreira sólida com trabalhos só dela, sem nunca perder a própria identidade artística.

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Por que a Kimbra fez tanta diferença na música?

Pensa comigo: se a música tivesse sido gravada com alguma artista superpopular daquela época, o resultado até poderia ter sido um sucesso, mas o impacto, com certeza, seria outro.
A presença da Kimbra trouxe um ar novo pra canção. Como a galera ainda não a conhecia direito, deu pra ver a personagem da música de um jeito mais natural, sem ter uma imagem pública já famosa atrapalhando.

E a interpretação dela, super intensa, no finalzinho da música, é pra muita gente um dos pontos mais altos. É nesse pedaço que a história pega fogo e deixa de ser só um lado contando a sua versão.

No fim das contas, a escolha provou que, em vários momentos, ter a combinação perfeita de artistas pesa muito mais do que a fama de cada um sozinho.

Uma parceria que entrou pra história

‘Somebody That I Used to Know’ não foi só um sucesso que passou rápido, não. É um belo exemplo de como as escolhas artísticas, quando são bem pensadas, conseguem transformar uma música em algo que dura.

A escolha da Kimbra, a visão criativa do Gotye e até os boatos sobre a Katy Perry, tudo isso ajudou a construir toda essa aura em volta da canção. E talvez seja exatamente isso que faz a música continuar viva até hoje: não só o som em si, mas toda a história por trás dela – uma história cheia de decisões que ninguém esperava e que, no fim, deram super certo.